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Geração Z no amor: 64% já usaram tarô, vidente ou ritual, diz pesquisa

Pesquisa com 1.013 americanos mostra que 64% da Geração Z já usou tarô, vidente, astrologia ou ritual para a vida amorosa. Veja os números e o que eles dizem.

Jovem mulher sentada na sala olha uma carta de tarô, com outras cartas, uma xícara e uma vela sobre a mesa

Por Redação O ORACLE · · 3 min de leitura

Uma pesquisa publicada em outubro de 2026 mostra que 64% da Geração Z nos Estados Unidos já recorreu a alguma prática espiritual ou mística para a vida amorosa. O levantamento ouviu 1.013 adultos americanos em agosto de 2026, foi feito pela Cherry Data Signals a pedido do site DatingNews e tem margem de erro de 3,1 pontos para a amostra total. Entre os millennials, o índice é de 51%. Na Geração X cai para 25% e entre os baby boomers, para 12%.

A lista inclui seis práticas: manifestação ou escrita de intenções, consulta a vidente, tiragem de tarô, mapa astral ou compatibilidade, cristais e pagamento por feitiço ou ritual de amor. A pesquisa repercutiu na CNBC, na Newsweek e na Fortune nas primeiras semanas de outubro.

O que a Geração Z mais usa no amor?

Nas motivações, a curiosidade lidera em todas as idades. A diferença aparece no detalhe: 22% da Geração Z diz que buscou essas práticas para melhorar uma relação que já existe, contra 8% dos boomers. E 13% dos mais jovens queriam reconquistar alguém, o maior índice entre as gerações.

Os jovens confiam mais no horóscopo do que em amigos?

Não. Quando a pergunta é a fonte de conselho amoroso em que mais confiam, a Geração Z põe a terapia em primeiro lugar, com 38%, e amigos e família em segundo, com 23%. A leitura diária de astrologia aparece com 14% e videntes ou tarólogos com 10%. O retrato é de quem usa essas práticas ao lado de outras fontes, não no lugar delas.

Sobre o resultado, a resposta é dividida: 17% da Geração Z diz que funcionou, 29% diz que funcionou mais ou menos e 35% diz que não funcionou. Entre os boomers, 66% dizem que não.

O que outras pesquisas dizem sobre o tema?

Os números conversam com outros levantamentos recentes. O Pew Research Center mostrou em 2025 que quase metade das mulheres americanas de 18 a 49 anos consulta astrologia ou horóscopo pelo menos uma vez por ano. A Harris Poll, citada pela Fortune, apontou que três em cada dez jovens da Geração Z praticam astrologia ou tarô e que 57% buscam espiritualidade para sentir mais controle sobre o futuro.

O mercado acompanha. A IBISWorld estima que o setor de serviços psíquicos nos Estados Unidos faturou US$ 2,3 bilhões em 2025, com crescimento médio de 5,5% ao ano no período de cinco anos. No mundo dos aplicativos, contamos aqui como o mercado de apps de astrologia aposta em IA e personalização e como a compra do Co-Star pela Midjourney mexeu no setor.

Como usar tarô e astrologia no amor sem terceirizar a decisão

O dado que mais chama atenção na pesquisa é o de quem paga por feitiços para resultado amoroso. A posição do O ORACLE é clara: astrologia e tarô são tradições simbólicas e ferramentas de reflexão, não garantem resultado e não servem para mudar a vontade de outra pessoa.

Perguntas frequentes

Quantos jovens usam tarô ou astrologia no amor?

Segundo pesquisa da Cherry Data Signals para o DatingNews, de agosto de 2026, 64% da Geração Z nos EUA já usou alguma prática espiritual ou mística na vida amorosa.

A Geração Z confia mais na astrologia do que na terapia?

Não. Na mesma pesquisa, 38% da Geração Z diz confiar mais na terapia para conselhos amorosos. A astrologia diária aparece com 14%.

Quanto movimenta o mercado de serviços psíquicos?

A IBISWorld estima que o setor faturou US$ 2,3 bilhões nos Estados Unidos em 2025, com crescimento médio de 5,5% ao ano em cinco anos.